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27 de jul. de 2014

O presidente de honra do PRTB, Soliney Silva, anunciou na tarde de sábado (26), que seu filho não irá mais disputar a eleição para deputado estadual este ano. A decisão foi tomada, após uma avaliação do estado de saúde de Soliney Filho, que sofre de uma doença genética denominada, espondilite anquilosante.

Soliney Filho estava cotado para ser um dos deputados mais bem votados na eleição deste ano e também faria parte de um processo de renovação da Assembleia Legislativa, porém a questão de saúde, atrapalharia a condução da campanha eleitoral.

No próximo dia 4 de agosto, o jovem político irá se submeter a um procedimento cirúrgico na cidade de Goiânia, o que impossibilitará de continuar com as suas atividades políticas.

O prefeito de Coelho Neto, explicou que a decisão foi tomada em consenso com toda a família, que avaliou ser muito mais importante a recuperação do filho do que se submeter a uma esgotante campanha político, que pode trazer consequências irreversíveis a saúde de Soliney Filho.

Apesar de não ter mais a participação do filho na disputa, Soliney Silva informou que permanecerá totalmente engajado na campanha de governador de Lobão Filho (PMDB) e para senador de Gastão Vieira (PMDB).

Durante o encontro realizado na cidade de Coelho Neto, Soliney aproveitou para agradecer todas as lideranças que declararam apoio a candidatura do seu filho e pediu para que estes sigam engajados no projeto político do grupo, que é eleger Lobão Filho e Gastão Vieira.

“Junto com a família, decidimos retirar a candidatura de Soliney Filho da disputa de deputado estadual, pois a saúde está em primeiro lugar. Essa é uma decisão de vida e não podemos nos apegar a interesses mesquinhos, por isso deixo claro que não houve derrota política, briga interna e muito menos medo. Continuaremos fazendo política com o nosso grupo que é liderado pelo Lobão Filho e Gastão Vieira, e os candidatos a deputado estadual e federal o apoio será ao Paulo Marinho Junior”, anunciou Soliney.

Antes da reunião, o prefeito de Coelho Neto, acompanhou Lobão filho e sua comitiva da tradicional procissão de Nossa Senhora Santana que reuniu mais de 30 mil pessoas.
A deputada Eliziane Gama (PPS), candidata a deputada federal pela coligação “Todos Pelo Maranhão”, passa bem após sofrer grave acidente na noite de sábado (26) entre os municípios de Passagem Franca e Colinas.
 
O condutor teria perdido o controle em uma curva e o veículo caiu em uma ribanceira, dentro de um lago. 

Eliziane Gama saiu ilesa do acidente. O motorista e três assessores sofreram escoriações e o carro ficou totalmente destruído.



26 de jul. de 2014

Todos os recursos transferidos aos municípios por meio do Fundema passarão a ser acompanhados pelos órgãos de fiscalização federais. A decisão do juiz da 5ª vara da Justiça Federal, José Carlos Madeira (foto), determinou que o BNDES, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal repassem informações criteriosas a respeito das transferências realizadas pelo Fundema.

A decisão proferida na última sexta-feira (25) determina que as instituições financeiras envolvidas no repasse de verbas aos municípios através do Fundo de Desenvolvimento Municipal do Estado do Maranhão repassem à Justiça Federal todas as informações referentes a repasses que já tenham sido feitos realizados. Com a decisão, a fiscalização da aplicação das verbas ficará a cargo do Ministério Público Federal (MPF), da Controladoria Geral da União (CGU) e da Polícia Federal (PF).

Com cerca de R$ 4,5 bilhões em empréstimos ao Governo do Maranhão feito pelo BNDES, o Fundema criado pela governadora Roseana Sarney (PMDB) a toque de caixa seria responsável por pagar os convênios realizados entre o Governo Estadual e as prefeituras entre dezembro de 2013 e todo o ano de 2014. Para assegurar a realização das obras e que os recursos sejam aplicados, a Justiça Federal pediu toda a relação de “beneficiários, valores transferidos, datas das operações, conta – de órgãos municipais, pessoas físicas ou jurídicas – que sejam destinatárias dos referidos recursos”.

Para o juiz do caso, foi tomada baseado no “poder geral de cautela” e toda a documentação estará disponível para qualquer cidadão, seja advogado ou não. A decisão fará com que a transferência dos recursos para as prefeituras seja acompanhada de forma transparente. A federalização do caso faz com que órgãos como a Polícia Federal e o Ministério Público Federal acompanhem de perto a aplicação dos recursos.

O ofício foi encaminhado já na sexta-feira às instituições financeiras, que terão de fornecer à Justiça Federal toda a documentação relacionada à transferência feita ao Fundema. A decisão é oriunda de Ação Popular movida para evitar que o empréstimo feito ao Maranhão pudesse ser usado para fins eleitoreiros.

Não haverá transferência no período eleitoral

Em visita ao vice-presidente do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social), deputados maranhenses receberam a garantia de que os valores destinados a obras e erradicação da pobreza no Maranhão serão utilizados observando todas as determinações legais que impossibilitam transferências de recursos durante os 90 dias em que acontece o período eleitoral, que começou no dia 5 de julho.

A informação foi dada ainda no mês de junho pelo vice-presidente da instituição, Wagner Bittencourt de Oliveira, em encontro com deputados da bancada de oposição da Assembleia Legislativa do Maranhão. Ao todo, o empréstimo configura R$ 4,5 bilhões. Segundo o presidente do banco, a Advocacia Geral da União (AGU) tem entendimento que os desembolsos de empréstimo configuram repasse voluntário, o que é vedado em período eleitoral. Há um saldo de recursos depositado na conta do governo pelo BNDES, mas que está vinculado a obras já iniciadas.

O Fundema foi criado por determinação da governadora Roseana Sarney em junho deste ano, com extrema agilidade pela Assembleia Legislativa, que aprovou o projeto em 4 dias. A ideia era usar os repasses federais não para obras do Governo do Estado, mas para repasses direto à prefeituras. O caso lembra o processo eleitoral de 2010, no qual Roseana Sarney foi acusada pela Procuradoria Geral da República de ter comprado apoio político e eleitoral através de repasses em convênios. O Ministério Público viu na conduta da governadora motivo para cassação por abuso de poder político e econômico no processo eleitoral, realizando transferências que chegaram a valor próximo a R$ 1 bilhão.

REYNALDO TUROLLO JR.
FOLHA DE SÃO PAULO, com edição 
A Cruz Vermelha Brasileira desviou dinheiro arrecadado em campanhas humanitárias, afirma auditoria encomendada pela Federação Internacional das Sociedades da Cruz
Vermelha, órgão com sede em Genebra (Suíça).

Segundo a investigação, foram desviadas doações feitas para socorrer vítimas de conflitos na Somália, do tsunami no Japão e das enchentes na região serrana do Rio.

Os valores –R$ 212 mil nas duas primeiras campanhas e R$ 1,6 milhão, na última– foram repassados a uma ONG que pertence à mãe do vice-presidente da Cruz Vermelha à época em que as transferências foram feitas, Anderson Marcelo Choucino.

Outra parcela das doações, R$ 523 mil, foi parar em fundos de aplicação e, depois, teve destino desconhecido.

A auditoria na Cruz Vermelha Brasileira foi feita pela empresa Moore Stephens, consultoria independente com sede em Londres. A atual gestão da Cruz Vermelha diz que enviará as conclusões da auditoria ao Judiciário.

No Brasil, a instituição divide-se em Cruz Vermelha nacional (órgão central) e dezenas de filiais estaduais e municipais.

Pelo estatuto, cada filial tem autonomia gerencial em relação ao órgão central, e este em relação à federação internacional.

Todas as unidades, porém, fazem parte do mesmo guarda-chuva, por compartilharem uma marca internacional.

O Instituto Humanus fica em São Luís (MA) e está registrado em nome de Alzira Quirino da Silva, mãe do ex-vice-presidente do órgão central.

Segundo a auditoria, o Humanus recebeu R$ 15,8 milhões da Cruz Vermelha de 2010 a 2012, sem comprovação de que tenha prestado os serviços correspondentes.

Por falta de documentos nas filiais analisadas –dez, em todo o país–, a auditoria não especificou a origem de todo o montante transferido para o Instituto Humanus.

A maior parte das verbas administradas pelas várias filiais no país advém de contratos com o poder público para gerenciar unidades de saúde.

Em 2012, a Folha revelou que R$ 100 mil recebidos pela filial no Rio Grande do Sul tinham sido transferidos para o Humanus. O dinheiro deveria ter sido empregado em um hospital em Balneário Camboriú (SC). Após a reportagem, foi iniciada a auditoria, concluída em abril.

As transações bancárias de recursos provenientes das doações humanitárias eram feitas com a assinatura eletrônica de Carmen Serra, ex-presidente da filial da Cruz Vermelha no Maranhão.

Carmen é irmã de Walmir Moreira Serra Jr., presidente da Cruz Vermelha nacional durante o período auditado.

Em sua defesa, no âmbito da auditoria, Carmen afirmou que a filial maranhense emprestou suas contas bancárias para a Cruz Vermelha nacional fazer campanhas humanitárias porque o órgão central tem dívidas trabalhistas.

Isso levaria a Justiça a confiscar o dinheiro das doações.

Carmen disse ainda que “desconhecidos” usaram sua senha bancária, porque a filial maranhense nunca contratou o Instituto Humanus.

Em 2012, porém, os sites do Humanus e da Cruz Vermelha-MA tinham o mesmo número de telefone para contato.

 
Da TV Brasil

Com o objetivo de divulgar a sistemática de votação biométrica, reforçando a segurança do processo de identificação do eleitor, o Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão realizará nos finais de semana do mês de agosto votações simuladas em São Luís, Timbiras, Barra do Corda, Jenipapo dos Vieiras, Fernando Falcão, São Domingos do Azeitão e Nova Iorque e eleição simulada em Fernando Falcão.

Nestas cidades, a biometria foi implantada em 2013/2014. A primeira em que a votação simulada ocorrerá é São Luís, no dia 2 de agosto, das 8h às 12h. O local escolhido para sediar os trabalhos foi a Unidade de Educação Básica Roseno de Jesus Mendes (Avenida São José de Ribamar Oliveira, s/n – Vila Janaína).

Antes de iniciar a votação simulada, os eleitores participarão de audiência pública, que debaterá temas relativos às eleições. “Não temos dúvida de que esta é uma oportunidade aos eleitores, mesários, partidos e candidatos de conhecerem o processo de votação biométrica”, explica o desembargador Froz Sobrinho, presidente do TRE-MA.

À Corregedoria caberá apresentar palestra focada na segurança da eleição biométrica. “Não deve restar dúvida de que o sistema biométrico é seguro. Por isso, iremos testar o sistema com a colaboração do próprio eleitor”, destacou o desembargador Guerreiro Júnior, corregedor.

A diferença entre votação e eleição simulada está no fato de que na primeira apenas eleitores de um local de votação, no caso uma escola, são convidados a votar. Na segunda, os eleitores de todo o município são esperados para contribuir com o teste do sistema.

Cronograma

- 2 de agosto (sábado) – São Luís (Vila Janaína);
- 8 de agosto (sexta-feira) – Timbiras;
- 16 de agosto (sábado) – Jenipapo dos Vieiras;
- 16 de agosto (domingo) – Barra do Corda;
- 23 de agosto. (sábado) – São Domingos do Azeitão;
- 24 de agosto (domingo) – Pastos Bons e Nova Iorque;
- 31 de agosto (domingo) – Fernando Falcão (eleição simulada).

Em 2010, o total de eleitores maranhenses que votaram usando a tecnologia biométrica somou 51.662 (1,19% do eleitorado - 2 municípios). Em 2012, este número subiu para 103.110 (2,26% - 6 municípios); e em 2014 serão 909.279 (20,23% - 15 municípios).
Flávio Dino, Roberto Rocha e Domingos Dutra com lideranças de Anapurus 
Mata Roma, Anapurus e Brejo. Pelas três cidades em que passou na sexta-feira (25), o candidato da Coligação Todos Pelo Maranhão, Flávio Dino, ouviu de muitos moradores a garantia de empenho para levá-lo à vitória nas urnas em outubro.

O dia começou com centenas de carros e motocicletas recepcionando o candidato na carreata de 10 km entre os municípios de Mata Roma e Anapurus.

Em todo o trajeto foram muitas as demonstrações de confiança em Flávio e no candidato ao Senado Roberto Rocha (PSB). Com bandeiras e adesivos, a população participou da carreata para mostrar que acredita num Maranhão diferente.

Contando que toda a família vai votar Flávio Dino, o lavrador José Pereira dos Santos explicou por que quer a mudança. “Lá no povoado de Currais o povo sofre de tudo. Eu e toda minha família estamos com ele”.

Confiança - “Sou grato a vocês que fazem a nossa campanha. Queremos e teremos um governo para todas as famílias do Maranhão”, afirmou Flávio Dino.

Ademar Souza, presidente do Sindicato dos Agricultores, declarou que acredita que Flávio Dino vai dar atenção aos problemas sociais do Maranhão. “Essa vitória não vai ser de Flávio Dino, vai ser do povo do Maranhão”.

Roberto Rocha avaliou que a alegria que motiva as pessoas reside na esperança de um Maranhão melhor. “Vou ajudar o Flávio a realizar os nossos sonhos, a mudança vai acontecer pra mudar a vida das pessoas”.

Brejo - Em Brejo, o lavrador José dos Navegantes Batista Gomes resumiu o sentimento dos moradores que acompanharam Flávio Dino na cidade. “Nossa região está liquidada. Flávio Dino é a nossa esperança porque agora a coisa tá braba”, afirmou.

A passagem de Flávio pela cidade foi repleta de depoimentos de moradores contando que a situação precisa mudar.

“Voto nele para ver a mudança do Maranhão acontecer. Aqui nós temos é sofrimento neste Brejo. Precisamos de um governo que olhe para a realidade do interior”, disse Rosa de Lima, do Bairro de Santo Antonio.

Mailson Santus, estudante e professor de dança, elencou as prioridades da cidade: “Nós, brejenses, precisamos de recursos para educação, esporte, precisamos de emprego”.
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