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11 de jan. de 2013

10 de jan. de 2013

Secretário Vinícius Nina anunciou o estado de emergência
Prefeitura de São Luís decretou estado de emergência na saúde do município por um período de 90 dias. O anúncio foi feito pelo secretário municipal de Saúde, Vinícius José Silva Nina, em entrevista coletiva concedida à imprensa na manhã desta quinta-feira (10), no Auditório Reis Perdigão (Palácio La Ravardière). “Foi uma medida emergencial que nos possibilita tomar ações imediatas para salvar vidas”, afirmou.

 O estado de emergência visa assegurar a continuidade da prestação de serviços na rede municipal de saúde com a aquisição de materiais, equipamentos e medicamentos. O decreto também prevê a suspensão de todos os pagamentos de despesas originadas na gestão anterior, exceto a folha de pagamento de pessoal e encargos sociais.
Ao lado da secretária adjunta, Sílvia Cavalcante, e de assessores da Semus, Vinícius Nina disse que o sistema de saúde municipal foi deixado pela gestão anterior em ‘colapso absoluto’. “Encontramos em situação de crise, faltando os insumos essenciais como alimentos, remédios, além das unidades superlotadas. As dívidas remanescentes na pasta – um montante de R$ 140 milhões, entre os quais R$ 30 milhões de encargos – são grandes e com limitações financeiras sem precedentes. Cometeram-se inúmeros desatinos no sistema”, disse o secretário.
Diante do caos absoluto instalado, o prefeito Edivaldo Holanda Júnior assinou ontem decreto que reconhece situação de emergência no setor de saúde do município por um período de três meses. “Nosso sistema de saúde caiu em descrédito, em verdadeiro caos, com a rede enfraquecida, desabastecimento, dívidas e desestruturação”, afirmou Vinícius Nina.
Por conta destas inconformidades, o secretário disse que está sendo realizada auditoria com o acompanhamento dos órgãos de controle. “Estamos trabalhando com a Procuradoria Geral, o Ministério Público Federal, Ministério Público Estadual que recebem as notificações dos acontecimentos. Não se trata de perseguição ou algo do tipo, mas se faz válido neste caso, de forma a dar transparência e satisfação à sociedade dado todos os descalabros cometidos”, explicou Nina.
AÇÕES
Entre as ações a serem tomadas, o secretário Vinícius José Silva Nina destacou como prioridades o redirecionamento dos atendimentos nas unidades de saúde e uma retaguarda de leitos integrada, encaminhando apenas as grandes emergências às unidades maiores. 
“Precisamos reorganizar o fluxo de atendimento, as unidades pequenas (postos de saúde, unidades mistas) precisam dar resolutividade completa e os grandes hospitais (Socorrão I, II e hospital da Criança) destinadas às emergências”, informou, ao acrescentar: “Isso deve ocorrer de forma ágil e célere. A meta é acabar com essa superlotação e dar um atendimento mais sistemático”.
Vinícius Nina informou que equipes da secretaria já trabalham nas unidades identificando pontualmente os problemas. Outra ação a ser executada é a reestruturação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) na capital. “Hoje é um serviço que funciona precarizado, as ambulâncias não estavam dando o suporte necessário. Nosso plano é descentralizar o Samu com três bases na cidade. A finalidade é dinamizar os atendimentos. A longo prazo, queremos também reestruturar a sede”, disse.
Outra medida é fortalecer os programas de atenção básica e ampliar as equipes da saúde da família. 
PARCERIA
O secretário falou ainda sobre o desejo da administração municipal de continuar a parceria institucional com a Secretaria de Estado de Saúde (SES). Ele afirmou que a ação do Estado, nos últimos dias de 2012, foi oportuna e aliviou a situação de tensão, naquele período.
De acordo com a Semus, desde o dia 4 de janeiro foi encaminhado ofício ao secretário estadual de Saúde, Ricardo Murad, solicitando a manutenção dos serviços de urgência e emergência da rede municipal de saúde. “Encaminhamos ofício ao estado e devemos continuar com a parceria, principalmente nos leitos de retaguarda”, afirmou.
Segundo Vinícius Nina, a parceria é necessária, com a participação do estado, município e governo federal para resgatar a eficiência/eficácia no atendimento à população. “Em linhas gerais, as duas equipes das secretarias precisam pensar juntas, redesenhar o fluxo de atendimento e alinhar os seus planos de ações. Nesse sentido, é fundamental fortalecer a rede municipal e estadual e garantir um fluxo adequado e sistemático para as grandes emergências”, disse.


Por descumprir prazos para agendar consultas, a Unimed São Luís está priobida de vender planos de saúde, segundo decisão anunciada hoje (10) pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

 
A penalidade atinge 225 planos de saúde de 28 operadoras, também por descuprimento de prazos nos agendamentos solicitodos pelos clientes. Clique aqui e veja a lista completa dos planos suspensos

A suspensão vale por três meses, a partir da próxima segunda-feira (14), e pode ser prorrogada em caso de reincidência.

Os atuais usuários desses planos de saúde que tiveram a venda suspensa não serão afetados. No entanto, a medida do governo impede a inclusão de novos clientes. Segundo o diretor-presidente da ANS, André Longo, disse ao Uol os planos punidos atendem 1,9 milhão de beneficiários, que representam 4% dos usuários do país.


Francisco Ferreira Lima
O juiz Francisco Ferreira de Lima, titular da 2ª Vara respondendo pela 1ª Vara da Comarca de Coroatá, em decisão datada da última terça-feira (8), determina que o ex-prefeito do município, Luis Mendes Ferreira, e mais nove ex-integrantes de sua equipe de governo entreguem à administração municipal, no prazo de 24 horas, “documentos de sua competência administrativa da época em que exerciam função ou cargo na esfera administrativa do Município de Coroatá.”


A determinação atende à Medida de Cautelar de Exibição de Documentos, com Pedido Liminar de Busca e Apreensão, proposta pela atual prefeita do município, Maria Teresa Trovão Murad.


O prazo para o cumprimento do Mandado de Exibição encerra-se às 16h desta quinta-feira (10). Em caso de desobediência da decisão, será cumprido o Mandado de Busca e Apreensão (já expedido pelo juiz) nos escritórios e residências dos requeridos.


A busca deve-se limitar aos documentos arrolados e deve ser cumprida, com a máxima cautela, por dois oficiais de Justiça, acompanhados de força policial, reza a decisão.


Entre os documentos requeridos, o cadastro dos servidores municipais, termos contratuais e convênios celebrados junto a órgãos estaduais e federais, montante da dívida ativa tributária e não tributária cobrada na esfera judicial, lista dos bens móveis e imóveis da prefeitura e outros.

Juiz Marlon Reis, uma voz contra a corrupção eleitoral no Brasil
“Em lugar de se voltar à regulação, à prestação de serviços públicos e à elaboração de políticas de inclusão, o Estado se converte no principal provedor de empresas milionárias, recompensando-as por seus ‘serviços eleitorais’ por meio de licitações fraudulentas ou da contaminação das decisões do Parlamento ou do Executivo”



As eleições 2012 acabaram. Fora algumas pendências judiciais localizadas, os prefeitos e vereadores de todos os municípios brasileiros foram escolhidos e empossados.

Em muitos lugares, entretanto, o resultado eleitoral pode não ter sido alcançado da forma mais democrática. É que assistimos outra vez ao festival de doações feitas por empresas diretamente interessadas no resultado do pleito.

Empreiteiras, bancos e a indústria da mineração figuram sempre entre os maiores doadores. Todas têm em comum o fato de manterem relações estreitas com o Poder Público, cujas opções políticas e contratos definirão quem lucrará mais.

Segundo dados da Folha de S. Paulo (edição de 29.11.2012),  apenas três empreiteiras investiram R$ 151,7 milhões dos R$ 637,3 milhões recebidos pelas siglas. Trata-se de dinheiro doado diretamente aos partidos e que não se pode saber ao certo a que candidatos beneficiaram. Essa manobra é conhecida como “doação oculta”, já que priva os eleitores de saberem, antes do pleito, quem fora auxiliado pelas empreiteiras ao longo da campanha.

Eleitos receberam R$ 158 milhões em doações ocultas

Nesse campo, o setor privado não é tão privado assim. Em lugar de se voltar à regulação, à prestação de serviços públicos e à elaboração de políticas de inclusão, o Estado se converte no principal provedor de empresas milionárias, recompensando-as por seus “serviços eleitorais” por meio de licitações fraudulentas ou da contaminação das decisões do Parlamento ou do Executivo.

O certo é que o dinheiro é decisivo para o alcance dos resultados eleitorais positivos. Estudo de Leany Barreiro Lemos, Daniel Marcelino e João Henrique Pederiva, analisando as disputas para a Câmara dos Deputados e para o Senado nos anos de 2002 e 2006 concluiu que “os candidatos vencedores gastaram, em média, cinco vezes mais do que os adversários” (“Porque dinheiro importa: a dinâmica das contribuições eleitorais para o Congresso Nacional em 2002 e 2006. Revista Opinião Publica”).

Isso significa, em linguagem clara, que o volume de doações impacta decisivamente os resultados eleitorais. Daí que a conquista dos grandes doadores pode ser a diferença entre a vitória e a derrota no pleito. E o pior é que, uma vez eleito, o beneficiário se sentirá obrigado a atender bem o seu doador. Assim pode ter esperança de voltar a ser ajudado nas eleições seguintes.

O resultado dessa relação é perverso e foi recentemente demonstrado em pesquisa realizada por Taylor C. Boas, F. Daniel Hidalgo and Neal P. Richardson, da Universidade do Texas: cada real doado ao longo das campanhas retorna às empresas doadoras multiplicado por 8,5.

Segundo os autores, “ao doarem para candidatos aptos a vencer as eleições, empresas brasileiras que prestam serviços ao poder público podem aumentar o valor recebido em virtude dos contratos com o governo durante o período legislativo subsequente. A extensão deste impulso nas empresas que atuam setor público – pelo menos 8,5 vezes o valor doado e possivelmente mais se for considerado todo o período do mandato, além do nosso intervalo de pesquisa de 33 meses – mantém relação com a taxa de propina que as empresas informam terem oferecido a políticos para a obtenção de contratos no passado. Neste sentido, os nossos resultados confirmam a sabedoria convencional de longa existência no Brasil. Segundo nosso conhecimento, no entanto, este estudo é o primeiro a demonstrar que o jogo da doações-por-contratos no Brasil se estende além dos incidentes bem divulgados que foram descobertos por investigações policiais e comissões parlamentares de inquérito. Para cada empresa e político pego em flagrante, há muitos mais, cujo conluio voa sob a tela do radar. Usar doações de campanha para comprar contratos de obras públicas faz – infelizmente, mas, provavelmente, não surpreendentemente -  parte integrante da democracia brasileira” (The spoils of victory: campaign donations and government contracts in Brasil. Hellen Kellog Institute for International Studies).

Muitos outros estudos nos ajudam a compreender essa conta que não fecha para a sociedade. Mas uma coisa podemos desde logo concluir: democracia não é isso. O objetivo das empresas é o lucro e essa essa meta de forma alguma é esquecida durante as campanhas.

Além dessas razões práticas, há razões constitucionais claras para se proibir doações com essa origem. Recentemente, a ministra Cármen Lúcia, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, afirmou que “não há por que empresa fazer financiamento de campanhas. Esse é um dado que precisa mesmo ficar às claras. Pessoa jurídica não deveria contribuir, porque não é cidadão”.

Com efeito, tramita no Supremo Tribunal Federal ação direita de inconstitucionalidade movida pela Ordem dos Advogados do Brasil em que se busca justamente a abolição da intromissão das empresas no financiamento das campanhas.

De qualquer modo, não haverá uma Reforma Política real sem a superação das graves distorções provocadas pelas doações por pessoas jurídicas. Precisamos, país, superar essa etapa que, ante os olhos da sociedade, já não mais possui qualquer justificativa.




* Juiz de Direito no Maranhão, membro do Comitê Nacional do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, um dos redatores da minuta da Lei da Ficha Limpa, coordenador e professor em cursos de pós-graduação, palestrante e conferencista. Twitter: @marlonreis
Edivaldo Holanda Júnior anuncia plano de ações em coletiva de imprensa

O prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior, apresentou nesta quarta-feira, 9, o Plano de Ação Estratégico para os 120 primeiros dias de governo. O documento consiste numa agenda de 80 metas e 314 ações imediatas. As ações foram elaboradas pela equipe de governo desde a transição com o apoio da Consultoria Macroplan, protagonista de gestões referenciais no país como nos estados de Minas Gerais, Pernambuco e Espírito Santo, além da capital mineira Belo Horizonte.

Inédita no país entre os prefeitos das capitais brasileiras que assumiram mandato em 1º de janeiro, a reunião demarcou a ratificação do plano que deve ser adequado à momentânea restrição orçamentária da Prefeitura. Dentro do prazo estabelecido, o prefeito assegura que sinalizará com a transformação da realidade de São Luís. A definição das ações imediatas foi balizada por critérios de relevância, urgência e impacto.

“Estamos inaugurando um novo momento em São Luís. Conseguimos reunir um grupo seleto de profissionais que está entusiasmado em fazer um grande trabalho por essa cidade. Cumprimos também um dos nossos compromissos de campanha, trabalhando desde o primeiro dia de mandato”, ressaltou o prefeito Edivaldo Holanda Júnior. Ele agradeceu a possibilidade de parceria viabilizada pela Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema), na parceria que resultou na contratação da consultoria Macroplan.

TEMPO REAL
O trabalho foi elaborado a partir de entrevistas, análises de documentos e informações obtidas em reuniões de trabalho com secretários e equipes. O plano, coordenado pelo secretário de Governo, Rodrigo Marques, está focado na manutenção dos serviços essenciais e continuidade de obras em andamento, ressalvadas as com contratos auditados.

Monitorado em tempo real, o plano será avaliado pelo prefeito e secretários que, em encontros agendados com a imprensa, farão um balanço das ações implementadas. A próxima reunião de avaliação está agendada para o dia 5 de fevereiro.

Na apresentação do planejamento à imprensa, o prefeito elencou algumas das ações da agenda que se prenderá a realizar um inventário sobre carências nas diversas áreas da administração municipal. O prefeito esclareceu que a precariedade financeira do município será conhecida de maneira concreta a partir do fechamento do balanço de janeiro, entretanto garantiu que o ano letivo terá início com a implantação da primeira escola em tempo integral em São Luís.

 PLANO DE AÇÃO
As metas do plano se concentram nas áreas de Saúde, Educação, Obras, Trânsito e Transporte, Urbanismo, Criança e Assistência Social, Segurança e Cidadania, Cultura, Esporte e Lazer, Meio Ambiente, Agricultura e Abastecimento e Planejamento.

Edivaldo Holanda Júnior destacou a criação de comissões técnicas para dar encaminhamentos de solução para o VLT; Elevado do Calhau e Forquilha; Corredor Urbano; Saneamento; Novo hospital; Centro Histórico e Parcerias Público-Privadas, PPP.

“Qualquer conclusão sobre a obra do VLT nesse momento seria irresponsável. Não identificamos nenhum estudo sobre a obra realizada pelo antigo gestor, nem sobre sua viabilidade econômica, dispersão de público usuário e outras questões de engenharia”, afirmou a secretária municipal de Trânsito e Transportes, Miriam Aguiar.

Principais metas do Plano de ação para os 120 dias de governo:

SAÚDE
-Normalizar o atendimento nos Socorrões I e II e no Hospital da Criança
-Normalizar a operação do SAMU
-Normalizar o serviço de vigilância sanitária
-Concluir projetos e viabilizar recursos para 3 novas UPAs
-Definir encaminhamento quanto ao local/projeto para construção do Hospital Jackson Lago

EDUCAÇÃO
-Assegurar o início do ano letivo de todas as escolas da rede municipal até março/2013
-Assegurar a matrícula em 2013 para todos os alunos que procurarem a rede municipal de ensino
-Lançar o Programa de Ensino em Tempo Integral
-Planejar e iniciar a implantação de novas creches em parceria com o Programa Brasil Carinhoso do Governo Federal
-Regularizar escolas com problemas de ordem legal, fiscal e de espaço físico

OBRAS
- Acelerar obras de canalização de córregos nas vias públicas e o tempo de reparo
-Reduzir o número de buracos nas vias públicas e o tempo de reparo
-Iniciar obra da Praça dos Esportes e da Cultura no Coroado

TRÂNSITO E TRANSPORTE
-Iniciar a elaboração do plano de mobilidade
-Restaurar o equilíbrio operacional e econômico do contrato de transporte coletivo
-Iniciar a implantação do Bilhete Único
-Ampliar a fiscalização dos serviços de transporte coletivo
-Aumentar a fiscalização permanente do trânsito
-Revisar e propor alternativa para o VLT
-Iniciar a implantação do Plano de Ações Imediata de Tráfego – PAIT
-Promover melhorias nos terminais de integração

URBANISMO
- Aprimorar processo de aprovação de projetos e de concessão de Alvarás
-Lançar edital para contratação de novas obras do Programa Palafita Zero
-Identificar soluções para as obras paralisadas que possuem recursos do OGU
-Aprimorar o Programa Blitz Urbana
-Lançar o Programa Minha Casa é Legal
-Avaliar alterações necessárias no Plano Diretor

CRIANÇA E ASSSITÊNCIA SOCIAL/SEGURANÇA ALIMENTAR
-Regularizar situação dos Conselhos Tutelares
-Reorganizar a rede de atendimento de assistência Social
-Atualizar cadastro das famílias beneficiárias de programas sociais
-Regularizar as entregas de elite nas escolas
-Iniciar a implantação do Programa de Referência em Educação Alimentar e Nutricional
-Iniciar a fiscalização das condições de manipulação de alimentos e estudar a padronização de barracas em feiras
-Iniciar a reestruturação do Pólo Josué de Castro

SEGURANÇA COM CIDADANIA
- Elaborar plano de intervenção imediata em localidade com incidência de violência
-Ampliar o efetivo com treinamento para porte de arma
-Implantar programa de combate do crack e outras drogas no Centro Histórico

CULTURA, ESPORTE E TURISMO
-Implantar o Conselho Municipal de Cultura e o Plano de Cultura
-Organizar o carnaval São Luís 2013
-Divulgar e apoiar a realização do São João 2013
-Lançar programa de capacitação de mão-de-obra e de empresários para o turismo
-Implantar melhorias de infraestrutura no Estádio Nhozinho Santos
-Elabora novo de modelo de gestão das praças esportivas
-Reativar 76 núcleos das “Escolinhas de esporte”

MEIO-AMBIENTE, AGRICULTURA E ABASTECIMENTO
-Instituir como unidade de conservação o Parque do Bom Menino
-Adequar o Conselho Municipal de Meio Ambiente à nova gestão municipal
-Aprimorar o projeto do Código Municipal do Meio Ambiente
-Revisar o Termo de Cooperação Técnica com a SEMA
-Criar o Programa de estímulo à Agricultura Familiar
-Elaborar programa de incentivo aos produtores rurais de São Luís

PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO PARTICIPATIVO E FAZENDA
-Implantar medidas para equilibrar as contas da Prefeitura
-Definir o plano de investimentos para 2013, considerando as restrições orçamentárias
-Ampliar a arrecadação de receitas próprias (IPTU, ISS, ITBI) e reduzir inadimplências
-Aumentar a oferta de serviços da SEMFAZ pela internet
-Viabilizar recursos orçamentários para a agenda dos 120 dias
-Iniciar implantação do Portal da Transparência
-Iniciar a elaboração do PPA 2014-2017
-Instituir Conselho Municipal de Orçamento Participativo

GOVERNO
-Monitorar a execução da agenda dos 120 dias
-Coordenar comissões técnicas para avaliar contratos e projetos de grande porte
-Coordenar a elaboração do Plano Estratégico de Médio e Longo Prazo
-Criar oito comissões técnicas de trabalho, que terão que apresentar, no prazo de 90 dias, soluções e alternativas para (1) VLT; (2) Corredor Urbano; (3) Elevados da Forquilha e Calhau; (4) Limpeza Urbana; (5) Saneamento; (6) Hospital Jackson Lago; (7) PPP; (8) Centro Histórico.

9 de jan. de 2013



O ministro das Minas e Energias, Edison Lobão, em entrevista coletiva nesta tarde de quarta-feira (9), após reunião do Conselho de Monitoramento do Setor Elétrico, afirmou que não "não houve e espero que jamais haja desabastecimento de energia neste país e que a tendência é melhorar daqui pra frente".

Apesar dos constantes apagões que já o fez balançar no cargo, Lobão observou que "os nossos reservatórios estão com algumas dificuldades hoje, mas que  a tendência é melhorar daqui para frente", afirmou.

Conforme o ministro maranhense, pré-candidato ao governo do Estado,  em 2013, o país terá uma produção de 8.500 megawatts ou até mais do que isso. "É  mais do que nós necessitamos", completou o ministro, que chegou a mencionar o fato de ter chovido hoje em Brasília.  

Lobão negou ainda, segundo revelou o porta de notícia Uol, que a reunião de hoje tenha sido convocada em caráter emergencial devido ao baixo nível dos reservatórios. "Esta reunião não teve nada de especial. Nada de diferente das anteriores, foi marcada no dia 17 de dezembro, não foi convocada de emergência. Essas são reuniões de rotina, de avaliação."

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