O governo do Estado determinou que seja feita auditoria, com a participação do Conselho Regional de Arquitetura do Maranhão, sobre a construção da Via Expressa. O monitoramento da rodovia foi iniciado desde janeiro pela atual gestão estadual, que entrou em contato com a empresa responsável pela obra. Neste fim de semana, com a erosão que cortou a pista, a construtora Marquise foi notificada para fazer os reparos.
De acordo
com o titular da Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra), Clayton
Noleto, o governador Flávio Dino determinou o reparo dos estragos provocados na
Via Expressa, pelas chuvas do fim de semana. A construtora que executou a obra
também está sendo cobrada. Através da Sinfra, a construtora Marquise foi
notificada para corrigir os diversos problemas existentes no local.
Faremos
uma auditoria com a participação do Conselho Regional de Engenharia e
Arquitetura, e caso a construtora insista em não arcar com as responsabilidades
sobre os problemas da obra, iremos encaminhar o caso para a Secretaria de
Transparência e Controle e para a Procuradoria Geral do Estado”, afirmou o
secretário.
O
secretário ressalta que o problema na Via Expressa, neste fim de semana,
concentrou-se principalmente na passagem de água, problema este provocado pelas
inúmeras irregularidades detectadas na obra pelos técnicos da Sinfra e que
serão mais detalhadas na auditória.
A Via
Expressa tem uma extensão de nove quilômetros, iniciando no bairro do Ja e
terminando no Maranhão Novo. A previsão de término da obra era o final de
dezembro de 2012. Mas somente uma etapa foi inaugurada naquele ano e de forma
acelerada, pois o ato de inauguração da primeira etapa teria de ocorrer no mês
do aniversário de São Luís, celebrado em 8 de setembro.
Logo após
a inauguração da primeira etapa surgiram os primeiros problemas na obra,
relacionados à péssima qualidade do asfalto que precisou ser trocado. A
conclusão da segunda etapa prevista ainda para 2012 não ocorreu.
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