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Roberto tem sua candidatura lançada ao Senado pelo prefeito Edivaldo Holanda |
“Embora façam de tudo para criar
um clima de desarmonia, na prática, o grupo que venceu a eleição de 2012 está unido
e continuará unido em 2014. Temos candidato a governador,
Flávio Dino (PCdoB), e a senador, Roberto Rocha (PSB)”. A declaração
foi feita pelo prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PTC) durante entrevista coletiva
concedida nesta manhã de quarta-feira (10), no auditório da prefeitura, quando apresentou à imprensa o resultado dos primeiros cem dias de
administração.
A preferência do prefeito pela
candidatura do presidente do diretório municipal do PSB e vice-prefeito de São Luís foi revelada ao responder uma pergunta sobre sua avaliação para sucessão
estadual do ano que vem, quando a aliança vencedora do pleito de 2012
concorrerá ao governo do estado com a candidatura do presidente da Embratur,
Flávio Dino. Edivaldo Holanda não revelou se essa seria uma determinação dos
partidos que integraram a aliança, mas adiantou que seu candidato ao Senado
Federal é vice-prefeito Roberto Rocha.
Rocha, desde que as urnas
anunciaram a vitória da coligação PTC, PDT, PSB, PCdoB, anunciou sua disposição
de disputar uma cadeira no Senado e vem reafirmando sua condição de pré-candidato
em todas as entrevistas. Hoje, no entanto, ouviu o que tanto desejava do prefeito:
uma declaração de apoio à sua luta para representar o Maranhão na Câmara Alta
do Congresso Nacional.
O vice acompanhou toda a entrevista
ao lado de Edivaldo Holanda, escutou em silencio a manifestação de
solidariedade, mas não se manifestou. A partir de agora, no entanto, deve
intensificar as articulações uma vez que existem outros pretendentes ao cargo,
como o ex-governador José Reinaldo Tavares (PSB), que esteve na administração
passada, mas possui forte ligação com a oposição ao grupo que está no poder há
50 anos.
Durante a coletiva, o prefeito respondeu a todas perguntas sobre os cem primeiros dias de sua administração, falou sobre as conquistas nas mais diveras áreas, principalmente saúde e educação, se emocionou ao falar das condições em que encontrou o município, do esforço que fez para desemperrar a máquina e confirmou que as prioridade de sua administração continuam sendo saúde, educdação e transportes.
"Recebemos uma cidade totalmente falida onde o gestor anterior nos deixou um orçamento de R$ 2 bilhões, uma dívida de R$ 1 bilhão e a folha de pagamento de dezembro, mas nada foi capaz de nos esmurecer e, com a juda de Deus, iniciamos um governo com a marca o diálogo e foi dialogando com os sindicatos que parcelamos a folha atrasada e fomos vencendo obstáculos", enfatizou o prefeito antes de apresentar um resumo de tudo que foi possível realizar em apenas cem dias de trabalho.
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