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O desenvolvimento do curso foi
discutido pela equipe técnica da Semcas com Conselhos Tutelares (CTs) e
representantes do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no Brasil.
Durante o encontro, foram listadas as principais dificuldades no enfrentamento
à violência contra crianças e adolescentes e apresentadas estratégias para
desenvolvimento e aplicação através do curso.
Com a promoção do debate, o próximo
passo será a elaboração do curso pela Fundação Oswaldo Cruz, em parceria com o
Unicef. Como parte desse processo, as instituições irão analisar os
atendimentos dos Conselhos Tutelares para elaboração do material didático e
aplicação do curso.
Segundo a pesquisadora da Fundação
Oswaldo Cruz, Suely Deslandes, das oito cidades que aderiram à Plataforma
Centros Urbanos, apenas São Luís, Rio de Janeiro e Maceió passarão pelo curso
porque, no entendimento do Unicef, têm uma demanda mais premente. “O foco do
curso está nos Conselhos Tutelares, o que se dá por conta do papel estratégico que
eles têm no processo de enfrentamento à violência contra crianças e
adolescentes”, esclarece a pesquisadora.
A ação é uma articulação da comissão
formada para a implantação do PCU em São Luís, que compreende, além da Semcas,
as secretarias de Saúde (Semus) e Educação (Semed), além do Conselho Municipal
dos Direitos da Criança e Adolescente (CMDCA). A adesão de São Luís à
Plataforma é parte do fortalecimento da política de assistência social
defendida pelo prefeito Edivaldo.
SOBRE O PCU - A Plataforma Centros Urbanos (PCU) é
uma contribuição do Unicef na busca de um modelo de desenvolvimento inclusivo
das grandes cidades. Ela estimula a redução das desigualdades que afetam as
crianças e adolescentes, o que deve garantir maior acesso à educação de qualidade,
saúde, proteção e oportunidade de participação. O mecanismo foi lançado no país
em 2008, compreendendo apenas o Rio de Janeiro e São Paulo, sendo estendido
para o Norte e Nordeste para o período entre 2013 e 2016.
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