Agência Brasil, com edição do Marrapá
Segundo o Estado de S. Paulo, no depoimento, Caldas confirmou que conhece os criminosos que participaram do roubo, mas negou o envolvimento de Dino. O preso também afirmou que o vídeo contra o candidato foi feito na própria sala de Aguiar, registrado por uma câmera e um celular. Ainda de acordo com o jornal, o diretor da CCPJ também prestou depoimento, confirmando ter gravado o vídeo, mas com o intuito de registrar a denúncia do preso, a quem chegou a dizer que, caso pudesse provar a denúncia, poderia receber benefícios do Poder Judiciário por meio da delação premiada. Caldas negou ter atuado em nome de partidos políticos.
Flávio Dino disse que o vídeo é parte dos ataques que vem sofrendo de seus principais adversários na campanha eleitoral. “De forma irresponsável, a TV de propriedade do meu adversário passou a exibir um vídeo anônimo, armado, falsificado, com personagens que ninguém sabe quem são, inventando histórias absurdas e sem nenhuma prova”. O candidato do PCdoB informou que já pediu à PF para investigar a origem do vídeo a fim de processar os responsáveis.
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Ligado a Washington, Elenilson foi afastado da direção de Pedrinhas após participar da farsa para incriminar o candidato do PCdoB, Flávio Dino |
Dois diretores de uma das unidades do
Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís, foram afastados hoje (25) do
cargo. O afastamento foi motivado pela denúncia de um preso, que afirmou ter
recebido dos diretores proposta para gravar um vídeo acusando o candidato do
PCdoB ao governo do Maranhão, Flávio Dino, de ter participado de um roubo. A
denúncia do detento foi revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo.
A Secretaria Estadual de Justiça e
Administração Penitenciária (Sejap) determinou o afastamento imediato de Carlos
Eduardo Sousa Aguiar, diretor da Central de Custódia de Presos de Justiça
(CCPJ), e de Elenilson Araújo, diretor administrativo da CCPJ, até que sejam
concluídas as investigações sobre o vídeo, levado ao ar no começo desta semana,
durante um programa de grande audiência da TV Difusora, pertencente à família
do senador Edison Lobão Filho, candidato do PMDB ao governo estadual. Há apenas
11 dias, outro diretor de Pedrinhas, Cláudio Barcelos, foi detido
preventivamente, por suspeita de facilitar a fuga de presos em troca de
dinheiro.
Em depoimento prestado na tarde de
quarta-feira (24), André Escócio de Caldas revelou que tudo não passou de uma
armação. Caldas acusou os dois diretores de lhe prometerem dinheiro e outros
benefícios, como um possível alvará de soltura, caso ele aceitasse aparecer em
um vídeo acusando Flávio Dino de participação em um roubo e de ter ligações com
uma organização criminosa. A denúncia está sendo investigada pela Polícia
Federal (PF), pela Superintendência de Investigações Criminais da Secretaria de
Segurança Pública e pela corregedoria da Sejap.
Segundo o Estado de S. Paulo, no depoimento, Caldas confirmou que conhece os criminosos que participaram do roubo, mas negou o envolvimento de Dino. O preso também afirmou que o vídeo contra o candidato foi feito na própria sala de Aguiar, registrado por uma câmera e um celular. Ainda de acordo com o jornal, o diretor da CCPJ também prestou depoimento, confirmando ter gravado o vídeo, mas com o intuito de registrar a denúncia do preso, a quem chegou a dizer que, caso pudesse provar a denúncia, poderia receber benefícios do Poder Judiciário por meio da delação premiada. Caldas negou ter atuado em nome de partidos políticos.
Flávio Dino disse que o vídeo é parte dos ataques que vem sofrendo de seus principais adversários na campanha eleitoral. “De forma irresponsável, a TV de propriedade do meu adversário passou a exibir um vídeo anônimo, armado, falsificado, com personagens que ninguém sabe quem são, inventando histórias absurdas e sem nenhuma prova”. O candidato do PCdoB informou que já pediu à PF para investigar a origem do vídeo a fim de processar os responsáveis.
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