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Conselheiros de Roseana Sarney durante reunião |
O presidente da Embratur, Flávio Dino (PCdoB),
e o deputado federal, Simplício Araújo (MD) utilizaram as redes sociais na
internet para condenar o programa “Bolsa Eleição”, sinecura pela qual a governadora
Roseana Sarney paga, com dinheiro do contribuinte, R$ 1,2 milhão a 200 cabos
eleitorais do candidato Luís Fenando Silva (PMDB).
Segundo Flávio Dino postou no Facebook,
“a oligarquia de 50 anos, preocupada com a "reforma política", já
inovou: criou o bolsa-eleição, para 200 aliados. O programa garante 6.000,00 para
aliados, por um único dia de "trabalho". Inovador”, condenou.
Criado há um mês, através de Medida Provisória, o Conselho
de Gestão Estratégica do Governo do Estado, segundo denuncia o deputado
federal Simplício Araújo, o
uso do Conselho para empregar aliados da governadora é imoral e demonstra o
desespero da oligarquia com as eleições de 2014.
"A criação desse conselho é a forma que o governo do estado
inventou de empregar aliados, esposas de prefeitos e ex prefeitos. É uma forma
de comprar o apoio político para as eleições que se aproximam. Cada reunião
desse conselho vai custar mensalmente R$ 1,2 milhão aos cofres estaduais. Por
ano serão gastos R$ 14.461.200,00 milhões e isso é um absurdo, uma imoralidade,
um desrespeito com a população do estado", afirmou o deputado.
Inicialmente o Conselho comportaria apenas os secretários, mas foi
ampliado para 40 membros e, por meio de recente medida provisória, aumentou 156
vagas, totalizando 206 conselheiros, que recebem mensalmente R$ 5.850.
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