2 de abr de 2015

Em acordo de delação premiada, o presidente da Camargo Corrêa, Dalton Avancini, indicou pagamento de propina para executar obras na Ferrovia Norte-Sul, iniciada no governo do ex-presidente José Sarney e envolvida em escândalos de corrupção amplamente denunciado pela chamada grande imprensa nacional.   

Segundo Avancini, a distribuição de propinas – a partidos e a agentes públicos - seguia regras similares ao esquema montado na Petrobras. Na Norte-Sul, a empreiteira participou de contratos no valor de R$ 1 bilhão, assinados em 2010 com a Valec, estatal ligada ao Ministério dos Transportes.
Nos tempos do Sarney presidente da República, a Valec, alvo de investigação do Tribunal de Contas da União, era comandada por um grupo de amigos do empresário Fernando Sarney da USP, mais conhecida como a “turma da poli”.
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